Friedrich Engels, teórico revolucionário alemão, explica como através da gens se constituiu o estado, a fase superior da barbárie e a transição dessas para a civilização. Gens nesse contexto significa um grupo de consangüíneos, linhagem ou descendência. Um grupo de gens formava uma tribo, que se separava das demais por vastas zonas territoriais debilitadas por contínuas guerras. Essas tribos se aliavam as outras tribos por alguma necessidade, depois quando separadas se ligavam a federações, dando assim o primeiro passo no sentido da formação de nações. A riqueza da gens está no fato de que ela se fundamenta na economia doméstica praticada de modo comunista, como fruto do trabalho pessoal e coletivo, eram os próprios produtores que consumiam e controlavam seus produtos coletivamente.
Como manifestação da primeira divisão social do trabalho, que destacou as tribos em relação ao restante dos bárbaros que cultivavam a horticultura, tem o desenvolvimento de outros ramos da produção, sobretudo após o descobrimento do tear, da fundição de minerais e o trabalho com metais fundidos, tornando a força de trabalho do homem capaz de produzir mais que o necessário para sua manutenção. Desse modo, o homem em busca de mais riqueza, percebeu que ele próprio poderia ser objeto de troca e consumo, a escravidão foi uma das suas conseqüências mais marcantes, pois provocou a divisão da sociedade em duas classes: senhores e escravos, exploradores e explorados, onde os homens ricos eram livres, e os produtores e pobres, sempre escravos.
A diferença de riqueza entre os chefes de família acabou destruindo antigas comunidades domésticas comunistas. A terra cultivada foi distribuída entre as famílias particulares, criando assim, a propriedade privada, a nobreza podia passar o poder da terra para seus familiares.
Quanto mais há atividade social e processos, mais há necessidade natural da aplicação da lei, essas leis são cegas que atuam como forças do elemento, nessa nova sociedade, o estado é à força de coesão da sociedade, uma máquina destinada a reprimir a classe oprimida e explorada.
Para o filosofo Friedrich Hegel o estado é um poder que se impõe a sociedade de dentro para fora, e não é uma “realidade de idéia moral” e nem a “imagem e a realidade da razão”. Já para Engels o estado é um produto da sociedade que quando chega a um grau de desenvolvimento. Ele nasce de interesses opostos e para que estes não se devorem e gere uma guerra. Faz-se necessário ter um poder que esteja “aparentemente” a cima da sociedade para obter a ordem, este poder é o estado.
Para finalizar, iremos abordar o julgamento da civilização feita pelo grande antropólogo Henry Lewis Morgan, onde ele afirma que chegará um tempo onde a razão humana será muito mais forte que a ambição por riqueza, o homem deverá evoluir, nessa nova fase o que predominará será a experiência, a razão e a ciência, havendo uma relação justa e harmônica entre os interesses individuais e os da sociedade, será uma forma superior de sociedade, pois a simples caça por riqueza não é a finalidade e nunca deverá ser o destino da humanidade.
Como manifestação da primeira divisão social do trabalho, que destacou as tribos em relação ao restante dos bárbaros que cultivavam a horticultura, tem o desenvolvimento de outros ramos da produção, sobretudo após o descobrimento do tear, da fundição de minerais e o trabalho com metais fundidos, tornando a força de trabalho do homem capaz de produzir mais que o necessário para sua manutenção. Desse modo, o homem em busca de mais riqueza, percebeu que ele próprio poderia ser objeto de troca e consumo, a escravidão foi uma das suas conseqüências mais marcantes, pois provocou a divisão da sociedade em duas classes: senhores e escravos, exploradores e explorados, onde os homens ricos eram livres, e os produtores e pobres, sempre escravos.
A diferença de riqueza entre os chefes de família acabou destruindo antigas comunidades domésticas comunistas. A terra cultivada foi distribuída entre as famílias particulares, criando assim, a propriedade privada, a nobreza podia passar o poder da terra para seus familiares.
Quanto mais há atividade social e processos, mais há necessidade natural da aplicação da lei, essas leis são cegas que atuam como forças do elemento, nessa nova sociedade, o estado é à força de coesão da sociedade, uma máquina destinada a reprimir a classe oprimida e explorada.
Para o filosofo Friedrich Hegel o estado é um poder que se impõe a sociedade de dentro para fora, e não é uma “realidade de idéia moral” e nem a “imagem e a realidade da razão”. Já para Engels o estado é um produto da sociedade que quando chega a um grau de desenvolvimento. Ele nasce de interesses opostos e para que estes não se devorem e gere uma guerra. Faz-se necessário ter um poder que esteja “aparentemente” a cima da sociedade para obter a ordem, este poder é o estado.
Para finalizar, iremos abordar o julgamento da civilização feita pelo grande antropólogo Henry Lewis Morgan, onde ele afirma que chegará um tempo onde a razão humana será muito mais forte que a ambição por riqueza, o homem deverá evoluir, nessa nova fase o que predominará será a experiência, a razão e a ciência, havendo uma relação justa e harmônica entre os interesses individuais e os da sociedade, será uma forma superior de sociedade, pois a simples caça por riqueza não é a finalidade e nunca deverá ser o destino da humanidade.
Perguntas:
1° No que se refere o período posterior da barbárie, a chamada civilização, como se caracteriza os homens livres e os homens escravos?
3° Qual o julgamento da civilização feita por Lewis Henry Morgan?
2° Qual é a função do Estado na civilização?

Nenhum comentário:
Postar um comentário