Com o surgimento do Chefe político, que por sua vez tinham um discurso demagogo poderoso e decisivo, este surge como uma figura decisiva no quadro de sistema de maquinas partidárias plebiscitárias.
Com um parlamento impotente, com a ajuda do funcionalismo especializado formado na Alemanha, e os partidos com opiniões publicas baseadas em princípios, e tinham sua própria visão de mundo.
Assim os políticos profissionais não tiveram poder e só desempenhavam papeis de notáveis, e foi nisso que se transformaram os partidos burgues, em associações de notáveis.
Há algumas características destacadas são decisivas para o político: A paixão, senso de responsabilidade e senso de proporção. Portanto, a todo dia e a toda hora, o político tem de superar, interiormente, um inimigo bastante comum e demasiado humano: a vaidade vulgar.
A ação política mantém na maioria das vezes uma atuação inadequada ao seu sentido original.
Torna-se humanamente impossível colocar a ética em primeiro lugar, quando a situação já esta totalmente comprometida, pois, se há atos de vulgaridade nas ações do político, então isso é vulgar, e não se pode explorar a ética para dizer que esta com a razão.
O dever da fidelidade, para a ética absoluta, trata-se de um valor incondicional.
Devemos ser claros quanto ao fato de que toda conduta eticamente orientada pode ser guiada por uma de duas máximas fundamentalmente e irreconciliavelmente diferentes: a conduta pode ser orientada para uma "ética das últimas finalidades", ou para uma "ética da responsabilidade".
O meio decisivo para a política é a violência. Estamos colocados em várias esferas da vida, cada qual governada por leis diferentes. Normalmente, o protestantismo, porém, legitimou de forma absoluta o Estado como instituição divina e daí a violência como meio.
Quem contrata meios violentos para qualquer fim - e todo político o faz – fica exposto às suas conseqüências específicas. Quem deseja dedicar-se a política, e especialmente a política como vocação, tem de compreender esses paradoxos éticos.
Não podemos prescrever a ninguém que deva seguir uma ética de fins absolutos ou uma ética de responsabilidades, ou quando uma e quando outra. Uma ética de fins últimos e uma ética de responsabilidade não são contrastes absolutos, mas antes suplementos, que só em uníssono constituem um homem genuíno – um homem que pode ter a "vocação para a política".
A política exige paixão, perspectiva, somente os que realmente têm a vocação para seguir neste caminho, seguindo os princípios éticos exigidos e que pode se disser que te a vocação para a política.
Questões
1 - O que aconteceu com os políticos profissionais na Alemanha com o surgimento do chefe Político?
2 - Quais as relações entre a ética e a política?
Resumo elaborado por: Alexandre Libanori

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